O trânsito pesado, a gasolina cara e a preocupação com o meio ambiente estão acelerando uma revolução silenciosa nas cidades brasileiras: a explosão das bicicletas elétricas, também conhecidas como e-bikes.
Com um motor elétrico auxiliar que ajuda na pedalada, elas estão ganhando espaço nas ruas, ciclovias e até trilhas, oferecendo uma alternativa mais barata, saudável e sustentável para o transporte urbano.
Crescimento que impressiona
Em 2024, o Brasil vendeu mais de 60 mil bicicletas elétricas, ultrapassando a marca de 300 mil unidades comercializadas desde 2016. Com uma estimativa global de 49 milhões de vendas até 2029, o país segue uma tendência mundial de mobilidade limpa.
Produção, preço e desafio.
por marcas como Caloi e Sense no Polo Industrial de Manaus (PIM) e por gigantes internacionais como Trek e Specialized, as e-bikes custam entre R$ 5 mil e R$ 70 mil. E apesar do alto custo inicial, o gasto diário e a manutenção são muito menores do que um carro ou moto.
Ainda assim, a alta carga tributária e a falta de infraestrutura adequada (como ciclovias, estacionamentos seguros e pontos de recarga) são barreiras importantes.
Quem usa?
De trabalhadores buscando fugir dos engarrafamentos a idosos que querem se exercitar sem esforço excessivo, as e-bikes conquistam um público diverso. A economia, a saúde e a praticidade são os maiores atrativos.
E a lei?
A Resolução nº 996 do CONTRAN (2023) trouxe mais clareza: e-bikes com até 1000W e limite de 32 km/h não precisam de emplacamento ou CNH, mas devem ter itens de segurança e circular preferencialmente em ciclovias. Capacete é obrigatório!
As e-bikes estão ajudando a redesenhar o futuro das cidades brasileiras. E você, já pensou em trocar o volante pelo guidão elétrico?
Se quiser, posso transformar esse texto em um carrossel para Instagram, roteiro de vídeo ou infográfico. Deseja isso?
Fonte: Olhar Digital